Bom, seu noivo foi para uma outra cidade, e Sophie ficou lá em Verona, e começou a ajudar aquelas mulheres. Foi quando ela encontrou uma carta escrita há 50 anos atrás, de uma mulher chamada Claire. Ela estava dividida, não sabia se voltava para sua casa, para continuar sua vida, ou se ficava em Verona, com o homem por quem se apaixonou, Lorenzo. Sophie respondeu essa carta, mesmo depois de tantos anos, e pra sua surpresa, Claire vai até Verona com seu neto, Charlie, que desaprova totalmente a atitude de sua vó.
A partir daí, eles tentam encontrar Lorenzo, e conforme os dias vão passando, Sophie se vê apaixonada por Charlie. No final, eles conseguem encontrar Lorenzo, e ele e Claire se casam, depois de 50 anos. Sophie termina seu noivado, e vai atrás de Charlie. E claro, tudo acaba bem.
O que me chamou a atenção nesse filme foi o amor. O primeiro e verdadeiro amor, que mesmo depois de 50 anos, continuou guardadinho no coração deles. Eles continuaram suas vidas, se casaram, tiveram filhos, netos... mas o amor que um sentia pelo outro, nunca acabou. Continuou vivo dentro deles. Eu não sei se realmente existe um amor assim, que nem o tempo, nem os obstáculos da vida podem fazer acabar. Mas sentir que isso pode acontecer, mesmo que em um filme, dá uma sensação boa... uma leveza, uma felicidade, e até mesmo uma invejinha boa, afinal, quem não gostaria de ter um amor assim?
Não sei se isso é possível, como já disse... mas prefiro acreditar que sim, e que ainda vou viver um grande amor, como esse. E desejo que todos tenham a oportunidade de, ao menos uma vez na vida, sentir todas essas coisas boas, que só o amor é capaz de nos fazer sentir.
Beijos!